Minha Metrópole...
Era para ser muito, mas acabou sendo bem pouco!

Mais um pensamento.

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"eu lembro-me que a estupidez é infinitamente mais interessante que a inteligência, porque a inteligência tem limites mas a estupidez não!!!"

E esse é meu mesmo.
huahuahuahuahuahuahuahuahua
 

Cartas

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Você já recebeu ou escreveu uma carta?

Será que em tempos de internet alguém ainda escreve cartas?
 

Um envelepe

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Quando as memórias de ontem secavam como pequenas gotas de suor que escorregam pelo meu corpo, recebo uma carta de uma antiga paixao…Algo demasiado perfeito para ter acontecido, era tão perfeito que quase parecia uma atitude de Deus. Estudante de arquitectura, praticante de Karate, com sentimento confuso, uma gostosa dosagem de humor. E foi assim, passou tão rápido. Ele seguiu um caminho (o dele) e eu segui outro caminho (o dele)

Pois então, chego em casa e encontro o envelope em meio a tantas contas (sempre contas). Demorei a abrir aquele envelope colorido. Falta-me o hábito de receber cartas. Acho que nunca tinha recebido uma. Nossa, que estranho. E estando eu diante desse beco, pergunto: Porquê???

Logo agora que a minha vida parece estar no caminho. Tenho me divertido. Estou fazendo coisas novas. Coisas que eu sempre quis fazer. Coisas que são coisas. Ai ai ai ai ai. Bem agora, que não procuro nada, nem respostas nem dúvidas como até pouco tempo. Aí, como é dificil…

Ficou em mim a pergunta:
Abro ou não?
 

Meu novo vizinho.

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Uma pessoa. Parece que é isso que ele é. Mas é espanhol. ok. não parece muito estrangeiro, afinal, a Espanha pra mim é logo aqui ao lado, já que nossos vizinhos (Argentina, Paraguai, Uruguai...) falam a mesma língua deles (ou quase). E a língua deles (assim como a do meu vizinho) até que eu entendo… Ou melhor nós entendemos, porque ele…

Disparou uma conversa comigo (ainda no elevador) em castelhano. E como não respondi com o mesmo sotaque (não sou espanhola e tão pouco descendente) mudou para o italiano. ok. para tudo. Também não sou italiano e além do sotaque paulista, nada sei de italiano. Nem mesmo "bom dia". Então disse que não sou italiana, em claro e sonoro português do Brasil (como encontramos na net agora).

O vizinho espanhol pouco inteligente perguntou: francesa? NÃO. (claro) Então?? Portuguesa? Ahhhhh! Chegou perto, mas NÃO. Nem chegou a indagar se eu era ou não brasileira. O que era o mais obvio. Não. São Paulo não está no Brasil. Rio de Janeiro é Brasil e a capital? Deixa pra lá. Buenos Aires fica onde mesmo? aff

Mas porque carga d’água aquela alma não reconhece o português? Afinal vivem do ladinho de Portugal e adivinha o que se fala por lá?

Divertido mesmo foi ele dizendo "no te entiendo!" urgh
 

Cuidado...

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A vida é frágil e pode ser definitiva!



Então acalme-se. O jogo ainda não está perdido. Keep Walking, por mais difícil que seja. Acredite: talvez, dentro em breve, não o seja tanto.
 

Discurso pronto.

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Lembrando Sartre, que não tinha princípios, era desonesto intelectualmente, mas também era um escritor de estilo maravilhoso e frasista extraordinário:

"Não importa o que a vida fez de um homem.
Importa o que ele fez daquilo que a vida fez dele".
 

Poema. Discurso

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Um dos aspectos relacionados à metapoesia em Cecília diz respeito à imagem do eu-lírico enquanto poeta. A preocupação quanto ao sentido do ser poeta é evidenciada no poema Discurso:

E aqui estou, cantando.
Um poeta é sempre irmão do vento e da água:
deixa seu ritmo por onde passa.
Venho de longe e vou para longe:
mas procurei pelo chão os sinais do meu caminho
e não vi nada, porque as ervas cresceram e as serpentes andaram.

Também procurei no céu a indicação de uma trajetória,
mas houve sempre muitas nuvens.
E suicidaram-se os operários de Babel.

Pois aqui estou, cantando.
Se eu nem sei onde estou,
como posso esperar que algum ouvido me escute?

Ah! se eu nem sei quem sou,
Como posso esperar que venha alguém gostar de mim?

Neste poema, a idéia do instante verificada em Motivo é retomada através de imagens que traduzem a transitoriedade, como vento e água, e marcas textuais que denotam o instante espaço-temporal presente - E aqui estou -, como se observa nas duas primeiras estrofes. Percebe-se a constatação de um eu que se assume como poeta no verbo cantar e na referência à figura do escritor, também colocado como algo fugidio.

As duas estrofes seguintes relatam a busca incessante, por parte do eu-lírico, do sentido do canto, expresso inclusive pelo termo discurso, que intitula o poema. O poeta aparece aqui como um andarilho, e sua busca fracassa justamente em virtude da constante mudança das coisas:

Venho de longe e vou para longe:
mas procurei pelo chão os sinais do meu caminho
e não vi nada, porque as ervas cresceram e as serpentes andaram.
Também procurei no céu a indicação de uma trajetória,
mas houve sempre muitas nuvens.
E suicidaram-se os operários de Babel.

Nota-se que o eu-lírico buscou, no chão e no céu, os sinais de sua trajetória. A conjunção mas demonstra uma frustração do ser poético, quando se depara com a falta de clareza - metaforizada pelas nuvens -, ou com serpentes e ervas que lhe cobriram o caminho, simbolizando a efemeridade das coisas. No último verso, é explicitada a angústia do não-entendimento, presente na imagem do suicídio dos operários de Babel.

O instante espaço-temporal é novamente explorado na estrofe seguinte. O eu-lírico enfatiza a insistência de seu cantar:

Pois aqui estou, cantando.
Se eu nem sei onde estou,
como posso esperar que algum ouvido me escute?
Ah! se eu nem sei quem sou,

Como posso esperar que venha alguém gostar de mim?

Observa-se, nas duas últimas estrofes, um ser poético sem rumo, em conflito pela incompreensão do sentido da vida, ou da própria arte. Além da busca ontológica, vê-se a temática da recepção da obra de arte pelo público, expressa pela preocupação com algum ouvido que o escute ou com alguém que goste dele.

A reflexão sobre a obra de arte e seu público é encontrada também em Herança, poema que pensa a figura do poeta, bem como sua permanência na posteridade:

Eu vim de infinitos caminhos,
e os meus sonhos choveram lúcido pranto pelo chão.
Quando é que frutifica, nos caminhos infinitos,
essa vida, que era tão viva, tão fecunda,
porque vinha de um coração?

E os que vierem depois, pelos caminhos infinitos,
do pranto que caiu dos meus olhos passados,
que experiência, ou consolo, ou prêmio alcançarão?

A herança refere-se tanto à preocupação em permanecer, por meio da obra, no futuro, quanto à influência advinda dos estilos passados, sobretudo do Simbolismo, que marcou de forma inegável a produção ceciliana. Tal influência pode ser mais claramente percebida na primeira estrofe, em que o eu-lírico mostra o lado cósmico de sua poesia, na imagem dos infinitos caminhos. Há também uma reflexão sobre a linguagem - poesia - no lúcido pranto decorrente dos sonhos, quando o eu-lírico pensa o processo de criação artística.

Nota-se que, apesar de ter sua origem nos sonhos, o pranto é lúcido e se espalha pelo chão, remetendo à transcendência simbolista acrescida de traços modernistas. A questão do surgimento da obra será explorada na estrofe seguinte, na qual é reiterada a indagação referente ao fazer poético, ao abordar a inspiração, aqui associada ao sentimento - coração.

A última estrofe enfoca diretamente a temática da influência da obra de arte sobre as gerações futuras. Nesse momento, o eu-lírico trabalha a herança a ser deixada por ele. Ao se referir a experiência, consolo ou prêmio, o eu pensa os diferentes olhares lançados sobre a obra de arte:

E os que vierem depois, pelos caminhos infinitos,
do pranto que caiu dos meus olhos passados,
que experiência, ou consolo, ou prêmio alcançarão?

Enfim, a preocupação com o fazer poético nas poesias aqui estudadas cultiva uma reflexão, uma atitude de questionamento e a tentativa de compreender o mundo, através da efemeridade do tempo, da transitoriedade da vida. A poesia de Cecília Meireles, em Viagem, caminha para a fusão da vida e poesia/natureza e poeta, com um caráter fluido e etéreo, que confirma a sua inclinação neo-simbolista.

Não sei, estou em dúvida com isso. Alguém me ajude, é preciso mesmo analisar cada verso de uma poesia? Não basta ler e sentir? Sei lá, ou algo assim? O curso continua.
 

Viagem

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Estou a ler o livro Viagem da Cecília Meireles, efeitos obvios do tal curso. Estou gostando. Ontem analisamos um poema. Nunca tinha feito isso antes. Sei que poemas são verdadeiros cálculos matemáticos, com regras e tudo mais, mas analisar como se fosse uma pessoa é a primeira vez e até é interessante.

Viagem, apresenta poemas que refletem sobre o fazer poético, em indagações ainda encontradas em livros posteriores. Utilizando-se de jogos de palavras, metáforas, sinestesias, dentre outras figuras de linguagem, o eu-lírico investiga o processo de criação literária. Tal questão é tematizada em várias poesias, como se verifica no poema Motivo:

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.

Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.

Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.

Na primeira estrofe, a preocupação com a fugacidade do tempo é evidenciada, como se observa nos dois primeiros versos, com a valorização do instante, que surge como justificativa do cantar que lhe preenche a vida. Ao afirmar não ser alegre nem triste, mas poeta, o eu-lírico defende o distanciamento entre o sentir e o cantar, à semelhança do fingimento pessoano.

A segunda estrofe reitera a efemeridade e a inconstância do viver. O eu-lírico coloca-se como irmão das coisas fugidias, e essa inconstância é confirmada pela imagem do vento.

Na estrofe seguinte, à imagem da inconstância segue-se a da dúvida, expressa pela repetição da conjunção alternativa, bem como da condicional. O ou e o se que denotam a indefinição que vitima o sujeito lírico são intensificados pelo não sei que se repete de forma exaustiva, marcando a interrogação do eu diante da vida. Observe-se ainda que as inquietações do eu-lírico sugerem uma reflexão sobre o papel da poesia e sobre a recepção da obra de arte pelo público:

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.

A última estrofe retoma a imagem do cantar, aqui visto como um estado de plenitude. A arte teria o poder de retratar o instante e, ao mesmo tempo, de eternizá-lo. O eu-lírico associa diferentes aspectos da criação literária, como a eternidade e a liberdade, nas imagens do sangue eterno e da asa ritmada:

Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.

Os dois últimos versos confirmam a importância do canto, na medida em que mostram um eu que tem na poesia sua razão de viver. A mudez a que o eu-lírico se refere opõe-se ao canto poético, e o nada que fecha o poema contrasta com o tudo, relativo ao cantar.

Nota-se, portanto, que o fazer poético representa a totalidade, restando somente o vazio quando não houver mais arte.
 

Cecília Meireles

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Ontem a noite teve inicio um curso sobre Literatura do qual estou participando. Achei bastante interessante, principalmente a proposta. Eu estudei literatura no colégio e depois um pouco na faculdade. Mas foi algo totalmente alheio. Sabe? Então senti que precisava estudar um pouco mais esse assunto pra entender alguma coisa. Leio muita poesia, mas faltava algo e esse curso pareceu ser interessante.

A discussão dessa semana é sobre Cecília Meireles, li alguma coisa dela no colégio e alguns poemas mais aqui na net mesmo. Mas não sou uma conhecedora dessa poeta (que não gostava de ser chamada de poetiza).

das montanhas dos instantes
desmancha todos os mares
e une as terras mais distantes.
(Cecília Meireles)

E lá vem a apostila:
Cecília Benevides de Carvalho Meireles (1901-1964) é a primeira grande escritora da literatura brasileira e a principal voz feminina de nossa poesia moderna. Sua obra privilegia a riqueza do léxico, numa linguagem que explora os símbolos e as imagens sugestivas, sobretudo os de forte apelo sensorial, enveredando inclusive pela musicalidade.

Ela nunca esteve filiada a nenhum movimento literário. Sua poesia, de modo geral, filia-se às tradições luso-brasileiras. Apesar disso, suas publicações iniciais - Espectros (1919), Nunca mais... e poemas dos poemas (1923) e Baladas para El-Rei (1925) - evidenciam certa inclinação para o Simbolismo. Essa tendência é confirmada pela participação da autora na revista carioca Festa, órgão literário de orientação espiritualista que defendia o universalismo e a preservação de certos valores tradicionais da poesia. Mário de Andrade enfatiza a sua qualidade artística, mostrando-nos a grande importância dessa poeta em nossa literatura:

"Ela é desses artistas que tiram seu ouro onde o encontram, escolhendo por si, com rara independência. E seria este o maior traço de sua personalidade, o ecletismo, se ainda não fosse maior o misterioso acerto, dom raro com que ela se conserva sempre dentro da mais íntima e verdadeira poesia".

A escritora foi uma das mais habilidosas, apresentando cuidadosa seleção vocabular. Cultivou uma poesia reflexiva, de fundo filosófico, que abordou, dentre outros, temas como a transitoriedade da vida, a efemeridade do tempo, o amor, o infinito, a natureza, a criação artística. Além disso, a freqüência com que os elementos como o vento, a água, o mar, o ar, o tempo, o espaço, a solidão e a música aparecem em sua poesia dá a ela um caráter fluido e etéreo, que confirmam a inclinação neo-simbolista. A atitude de questionamento e a tentativa de compreender o mundo revelam uma postura intuitiva, realizada a partir das próprias experiências, como se percebe em comentário feito pela poeta:
"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno".

Eu achei um poema dela que eu gosto muito:

Retrato


Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.


Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.


Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
 

Teorema 2008

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Hoje eu fui assistir a apresentação do grupo Nave lá na Vila Madalena, trabalho bastante interessante que eu recomendo. Gosto de visualizar poesias através do corpo humano, tudo fica muito lúdico. Mas é claro que depois disso fui para um barzinho por lá mesmo para curtir a noite, beber uma cerva geladinha e jogar conversa fora. Bom demais, não é? As vezes eu adoro viver em São Paulo, mas só as vezes mesmo, na maioria do tempo essa cidade me deixa cansada.

Corporalidades – foco investigativo no corpo
Propositor - Joubert Arrais
Artistas - Andréia Nhur :: Janice Vieira :: Duto Santana :: Thalita
Mesquita :: Sandra Corradini
Curadoria: Fabiana D. Britto :: Realização: Estúdio Nave

Ingressos: R$10,00 e R$5,00
Estúdio Nave: R. Luis Anhaia, 47
(travessa da Wisard, paralela a Mourato Coelho).
V. Madalena - S. Paulo/ SP Tel. (11) 3032 3497 -
teorema@ estudionave.com - http://www.estudionave.com/
 

Traçando linhas.

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As primeiras linhas de uma matéria.
Todas as profissões têm sua visão do que é felicidade. Certo?
Tenho um amigo que é economista e que diz que "felicidade pra ele é ganhar 20.000 dólares por ano, nem um centava a mais, nem um centavo a menos".

Para os monges budistas (atuais prisioneiros da loucura chinesa)felicidade é desapego. Enquanto para os famosos autores de livros de auto-ajuda (aqui incluímos o chato do Paulo Coelho) definem felicidade como "estar bem consigo mesmo", "fazer o que se gosta", "ter coragem de sonhar alto" e um outro monte de blá blá blá. É blá blá blá que não acaba mais.

Para mim, o conceito de felicidade é um pouco de tudo isso. Eu encontrei nos livros de Edward De Bono, Mihaly Csikszentmihalyi e de outros nessa mesma linha que a felicidade é uma coisa de momento, onde reunimos de tudo um pouco. É claro que eu não preciso de vinte milhões de Dólares ou Euros por ano e também não conseguirei me desapegar das coisas que gosto e amo. Desejo muitas coisas, ambiciono milhares de outras coisas e vivo um dia por vez. Não faço loucuras, mas busco a felicidade em todas as coisas que faço.

O fato é que felicidade é algo que se constrói a cada dia, a cada momento. Não pode acreditar que será feliz se nada fizer ou se mergulhar de cabeça em algo que você descobriu que deseja agora. Imagine acordar numa bela manhã e pensar: "quero ser presidente do Brasil".

O primeiro passo é definir corretamente o tamanho de seu sonho, o tamanho de sua ambição. Essa história de que tudo é possível se você somente almejar alto é na verdade uma grande ilusão. Todos nós temos limitações e devemos sonhar de acordo com elas ou pelo menos trabalhar para que nossas limitações desapareçam.