Mais um pensamento.
"eu lembro-me que a estupidez é infinitamente mais interessante que a inteligência, porque a inteligência tem limites mas a estupidez não!!!"
E esse é meu mesmo.
huahuahuahuahuahuahuahuahua
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"eu lembro-me que a estupidez é infinitamente mais interessante que a inteligência, porque a inteligência tem limites mas a estupidez não!!!"
Então acalme-se. O jogo ainda não está perdido. Keep Walking, por mais difícil que seja. Acredite: talvez, dentro em breve, não o seja tanto.
"Não importa o que a vida fez de um homem.
Importa o que ele fez daquilo que a vida fez dele".
E aqui estou, cantando.
Um poeta é sempre irmão do vento e da água:
deixa seu ritmo por onde passa.
Venho de longe e vou para longe:
mas procurei pelo chão os sinais do meu caminho
e não vi nada, porque as ervas cresceram e as serpentes andaram.
Também procurei no céu a indicação de uma trajetória,
mas houve sempre muitas nuvens.
E suicidaram-se os operários de Babel.
Pois aqui estou, cantando.
Se eu nem sei onde estou,
como posso esperar que algum ouvido me escute?
Ah! se eu nem sei quem sou,
Como posso esperar que venha alguém gostar de mim?
Venho de longe e vou para longe:
mas procurei pelo chão os sinais do meu caminho
e não vi nada, porque as ervas cresceram e as serpentes andaram.
Também procurei no céu a indicação de uma trajetória,
mas houve sempre muitas nuvens.
E suicidaram-se os operários de Babel.
Pois aqui estou, cantando.
Se eu nem sei onde estou,
como posso esperar que algum ouvido me escute?
Ah! se eu nem sei quem sou,
Como posso esperar que venha alguém gostar de mim?
Eu vim de infinitos caminhos,
e os meus sonhos choveram lúcido pranto pelo chão.
Quando é que frutifica, nos caminhos infinitos,
essa vida, que era tão viva, tão fecunda,
porque vinha de um coração?
E os que vierem depois, pelos caminhos infinitos,
do pranto que caiu dos meus olhos passados,
que experiência, ou consolo, ou prêmio alcançarão?
E os que vierem depois, pelos caminhos infinitos,
do pranto que caiu dos meus olhos passados,
que experiência, ou consolo, ou prêmio alcançarão?
Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.
das montanhas dos instantes
desmancha todos os mares
e une as terras mais distantes.
(Cecília Meireles)
"Ela é desses artistas que tiram seu ouro onde o encontram, escolhendo por si, com rara independência. E seria este o maior traço de sua personalidade, o ecletismo, se ainda não fosse maior o misterioso acerto, dom raro com que ela se conserva sempre dentro da mais íntima e verdadeira poesia".
"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno".
Retrato
Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
Ingressos: R$10,00 e R$5,00
Estúdio Nave: R. Luis Anhaia, 47
(travessa da Wisard, paralela a Mourato Coelho).
V. Madalena - S. Paulo/ SP Tel. (11) 3032 3497 -
teorema@ estudionave.com - http://www.estudionave.com/
Todas as profissões têm sua visão do que é felicidade. Certo?
Tenho um amigo que é economista e que diz que "felicidade pra ele é ganhar 20.000 dólares por ano, nem um centava a mais, nem um centavo a menos".
Para os monges budistas (atuais prisioneiros da loucura chinesa)felicidade é desapego. Enquanto para os famosos autores de livros de auto-ajuda (aqui incluímos o chato do Paulo Coelho) definem felicidade como "estar bem consigo mesmo", "fazer o que se gosta", "ter coragem de sonhar alto" e um outro monte de blá blá blá. É blá blá blá que não acaba mais.
Para mim, o conceito de felicidade é um pouco de tudo isso. Eu encontrei nos livros de Edward De Bono, Mihaly Csikszentmihalyi e de outros nessa mesma linha que a felicidade é uma coisa de momento, onde reunimos de tudo um pouco. É claro que eu não preciso de vinte milhões de Dólares ou Euros por ano e também não conseguirei me desapegar das coisas que gosto e amo. Desejo muitas coisas, ambiciono milhares de outras coisas e vivo um dia por vez. Não faço loucuras, mas busco a felicidade em todas as coisas que faço.
O fato é que felicidade é algo que se constrói a cada dia, a cada momento. Não pode acreditar que será feliz se nada fizer ou se mergulhar de cabeça em algo que você descobriu que deseja agora. Imagine acordar numa bela manhã e pensar: "quero ser presidente do Brasil".
O primeiro passo é definir corretamente o tamanho de seu sonho, o tamanho de sua ambição. Essa história de que tudo é possível se você somente almejar alto é na verdade uma grande ilusão. Todos nós temos limitações e devemos sonhar de acordo com elas ou pelo menos trabalhar para que nossas limitações desapareçam.
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